domingo, 1 de novembro de 2015

DE BERLIM A VENEZA DE ÔNIBUS


Torre de Televisão Fersehturm em Berlim
A alguns anos estávamos planejando essa viagem, devido a um desejo antigo de conhecer a Alemanha, principalmente, Berlim. Reservamos as milhas necessárias para as passagens e começamos a procurar algum roteiro interessante. Por meio do nosso agente de viagens, o Paulo da AeT Turismo, pesquisamos várias excursões pela Europa. Desde o começo havíamos resolvido não alugar carro, porque, na Europa, estacionamento é um problema sério. É claro, que existem prós e contras nas viagens em excursão. A maior vantagem é que já está tudo incluso (hospedagens, passeios, traslados, assistência saúde), além de se poder contar com um guia, falando português ou espanhol em tempo integral.

Monumento do Holocausto Berlim

A desvantagem é o engessamento da programação, tudo deve ser seguido à risca, o horário é rigoroso, a hora de levantar é sempre muito cedo. Mas lembre-se se for viajar por conta própria você tem que fazer as reservas, alugar carro, dirigir o dia inteiro, pagar estacionamentos e pedágios, além de correr o risco de ser multado (fomos multados 3 vezes na Itália, anteriormente, por dirigir em área restrita), portanto, analise e decida a melhor opção. Após várias pesquisas sobre as empresas que fazem excursões pela Europa, escolhemos a Lusanova/Surland, pela qual já havíamos viajado em outras duas oportunidades. O roteiro incluiu a Alemanha, Croácia, Eslovênia, República Tcheca, Eslováquia, terminando em Veneza, na Itália.  A viagem foi excelente, conhecemos cidades medievais e paisagens deslumbrantes, tudo transcorreu como planejado e a empresa cumpriu tudo o que contratamos. O nosso guia, Sr. José Laguna foi um profissional exemplar, dando dicas e instruções, além de discorrer sobre fatos históricos e curiosidades das regiões por onde passamos, muito bom.  
Abaixo o nosso roteiro e algumas dicas das cidades por onde passamos:
Portão de Brademburgo em Berlim
1 dia - Chegamos em Berlim no dia 28/09 às 15:30 hs. O voo da Air France (em parceira da GOL) foi muito agradável. Apesar de a viagem ter sido um pouco cansativa, o avião era espaçoso e o lanche muito bom. Havíamos ficado apreensivos devido ao fato de termos apenas uma hora na conexão em Paris, para migração e pegar outro voo para Berlim. Mas, felizmente, deu tudo certo. Ao chegarmos em Berlim, a surpresa desagradável, o nosso traslado não estava nos esperando. Esperamos um pouco e decidimos tomar um táxi até o nosso hotel, pelo qual pagamos 20 euros (fomos ressarcidos posteriormente). O hotel Intercity Berlim Hauptbahnhof,  4 estrelas, situado ao lado da estação do metrô Hauptbahnh, tem bons quartos e um excelente café da manhã. À noite, o grupo da excursão, que mesclava brasileiros e argentinos, se reuniu para o primeiro contato e algumas instruções por parte do guia de turismo.
Zoológico Tiergarten Berlim
2 dia - Pela manhã, fomos fazer uma visita panorâmica com guia local por Berlim, com paradas para conhecer o Portão de Brandemburgo, o Reichstag, a Alexander Platz, o memorial ao Muro de Berlim e o Monumento ao Holocausto. Tarde livre, fomos conhecer o Shopping KaDeWe, situado na rua Kurfurstendam, sinônimo de bom gosto e sofisticação (ao estilo da Harrods londrina), mas tudo muito caro. Almoçamos no quinto andar, um prato à base de batata assada recheada com cottage e presunto, apenas razoável. Após um passeio a pé, pelo centro de Berlim, voltamos ao hotel de metrô para descansar um pouco.
A melhor forma de se locomover em Berlim é de metrô ou U-Bahn, compre o bilhete e valide ao entrar na estação, porque não existem roletas. À noite, fomos experimentar o famoso prato alemão, Eisben (joelho de porco) no excelente Restaurante Hopfingerbrau, na galeria da estação do metrô Hauptbahnhof, ao lado do hotel. Não deixe de experimentar. Na Alemanha, não espere um chopp muito gelado, vem quase ao natural. Não tivemos dificuldades em nos comunicar em inglês, praticamente, em todos os lugares.
Grafite no Muro de Berlim

Vale relembrar que o Muro de Berlim surgiu como decorrência direta da chegada do Hitler ao poder na Alemanha em 1933. Derrotada em 1945 pelos aliados, a Alemanha foi dividida entre americanos, soviéticos, franceses e ingleses, bem como a cidade de Berlim. Em 13 de agosto de 1961, os soviéticos  resolveram erguer um muro isolando a cidade oriental da ocidental, que segundo Stálin impediria o vírus democrático de se espalhar e somente 28 anos depois, em 09 de novembro de 1989, ele foi derrubado. Hoje existem apenas fragmentos do que foi um dia um espinho doloroso cravado no coração da Alemanha. 

Rio Elba em Dresden
3 dia - Após um breve café da manhã, partimos para Dresden, ainda na Alemanha, linda cidade a beira do Rio Elba, com várias construções medievais e muitos restaurantes típicos instalados ao largo de praças e ruelas. Fizemos um tour de orientação pela cidade que foi duramente castigada durante a II Guerra Mundial.Almoçamos no Restaurante Edelweiss, comemos uma espécie de pizza chamada Heibe Flammukchen Tarte a 8,90 euros para duas pessoas e degustamos a cerveja alemã Radeberger a 3,10 euros.

Centro histórico em Dresden
Segundo relato do nosso guia, o príncipe Augusto mandou erguer, nos séculos 17 e 18, alguns dos monumentos glamorosos como o Zwinger, o Palácio Residenz e as igrejas de Frauenkirche e Hofkirche.  Muitas das quais vieram abaixo durante a II Guerra, mas foram reerguidos décadas depois, vários, porém acabaram sepultados para sempre. Ainda assim, Dresden faz jus ao título de Florença do Elba.
Centro histórico de Praga




Após o almoço, seguimos para Praga, na República Tcheca, onde fizemos um passeio a pé pelo centro antigo da cidade, ciceroneados por uma guia local, visitamos a Praça São Wenceslau, a Praça da Cidade Velha, a Prefeitura e sua torre, o famoso relógio astronômico e a Ponte de Carlos. Já era noite quando chegamos ao Hotel Pyramida, um pouco afastado do centro, mas com bonde passando bem em frente. Resolvemos jantar ao lado do hotel, na Pizzeria Picolo Mundo, um delicioso risoto e um espaguete a bolonhesa, excelentes no paladar e no preço. Importante saber que em Praga, a moeda não é o euro, mas sim, a Koruna ou Coroa Tcheca, fizemos o câmbio no próprio hotel.
Castelo de Praga
4 dia - Pela manhã, passeio opcional ao lindo Castelo de Praga e visita a Catedral do Menino Jesus de Praga. Almoçamos perto dali, novamente um Pork Kness, mas não estava tão bom quanto o de Berlim. Aproveitamos a tarde livre para irmos assistir a um concerto no Palácio Liechtenstein, ao preço de 20 euros, mas não gostamos muito. Pegamos o bonde, retornamos ao hotel e um pouco sem opção, jantamos, novamente, no Picolo Mundo uma deliciosa pizza 4 stazzione ao preço de 9 euros para duas pessoas.     


Rio Vltava em Praga

Praga é uma cidade para se conhecer a pé, é um pouco cansativo, mas vale a pena. A sua arquitetura mistura o gótico com o renascentista e prédios modernos que convivem lado a lado com um dos maiores castelos do mundo. Não deixe de atravessar a famosa Ponte Carlos, construída em 1357, sobre o rio Vltava, onde vários artistas expõem suas obras ou fazem performances. A quantidade de turistas que visitam o circuito turístico é imenso, porque é onde se encontra a maior parte das atrações, como o bairro judeu, o museu de Franz Kafka ou o Museu do Comunismo.

ST. Martins`Catedral em Bratislava na Eslováquia
5 dia - Bem cedo, seguimos para Bratislava, capital e principal cidade da Eslováquia, situada no sudoeste do país, junto da fronteira da Áustria com a Hungria. Seguimos a pé, margeando o Rio Danúbio. No almoço, resolvemos experimentar um pato assado, que para nossa surpresa veio frio quase congelado. Não recomendo.
Seguimos para Viena, na Áustria, percorrendo a Avenida do Ring com a Ópera, o Museu das Belas Artes, o Parlamento, a Prefeitura, o Palácio Belvedere, passando pelo Prater para uma foto na famosa na roda gigante, terminando com um passeio a pé pelo centro histórico de Viena até a Catedral de Santo Estevão. Chegamos ao Hotel Ananas e jantamos no Restaurante Cuisina de Tino, ao lado do hotel.O Centro histórico de Viena, que é caracterizado como o local de reinado dos Habsburgos, bem como o Palácio de Schönbrunn, são reconhecidos pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.
Castelo Schonbrunn "Sissi" em Viena 
Roda gigante no Park Prater
6 dia - Pela manhã, pegamos o metrô ( 2,20 euros por pessoa somente ida) para visitar o Castelo de Schonbrunn, da Imperatriz Elizabeth "Sissi"e do Imperador da Áustria Francisco José. O preço da entrada custa a partir de 15,90 euros por pessoa, mas as visitas aos jardins são grátis. A história do palácio vem desde o tempo de Leopoldo I, em 1686, passando pelo reinado de Maria Tereza (1749) e foi sendo ampliado ao logo dos anos.  Foram criados o Jardim Zoológico (1752), as Ruínas Romanas (1778), o Pavilhão na Fonte Bela em 1779, Monumento Gloriette (1775), a Fonte de Neptuno em 1780, e a Casa das Palmeiras (Palmenhaus) em 1883. Próximo à Fonte de Neptuno está o Labirinto. Os jardins e o Castelo são equivalentes aos de Versalhes em Paris, vale a pena visitar.
Ao retornar fomos conhecer a Loja Swarovski, a maior do mundo. Almoçamos no Restaurante Wok and More, ao lado da estação do metrô Karlplatz. O almoço foi um pouco diferente: você escolhe em um balcão de frutos do mar crus e verduras, monta o seu prato e entrega para um cozinheiro preparar na hora, em uma chapa, a 12 euros por pessoas, pedimos cerveja Paulaner a 3 euros, que consideramos a melhor de toda a viagem. Resolvemos ir a pé para o hotel, aproveitando para passear em uma feirinha, com frutas, verduras, lembrancinhas e restaurantes. Como era sábado estava tudo lotado. A noite deveria ser em grande estilo, saímos para um concerto de valsas a 58 euros cada. Apesar de o show ter sido bom, ficamos decepcionados devido ao local ser apenas um teatro totalmente improvisado, sem estrutura para um evento tão importante. A champanhe servida no intervalo deu ao menos um toque mais requintado.
Mosteiro franciscano em Zagreb na Croácia
7dia - Saímos de Viena direto para Zagreb, capital da Croácia, onde chegamos no fim do dia, fizemos um passeio a pé pelo centro da cidade com uma guia local, e visitamos a Catedral com o Palácio do Bispo, a Igreja de São Marcos, o Teatro Nacional da Croácia, a cidade alta com seus pitorescos mercados ao ar livre. O centro da cidade é composto por três partes Kaptol, centro da igreja católica, Gradec com o Parlamento e o centro administrativo e por último a cidade baixa, o coração comercial. Tivemos a tarde livre para passear. Ficamos hospedados no Hotel  Arcotel Allegra, bem localizado a apenas 20 minutos a pé do centro da cidade. A noite, jantamos ao lado do hotel, no MS Grill Restaurant,  tomamos um chopp Ozujsko e pela primeira vez, experimentamos uma pizza servida com um ovo frito bem no meio, achamos um pouco engraçado. A moeda oficial da Croácia é a Kuna.

Park Plitvice na Croácia



8 - Pela manhã, saímos para o Park Plitvice, declarado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade e que foi cenário de muitos filmes, com águas límpidas, peixes e patos, maravilhoso.Ainda dentro do Park, fizemos um passeio de barco pelo Lago Konjak e almoçamos em um self service diferente, você se serve e paga de acordo com o prato que escolheu, cerca de 18 euros com bebida e sobremesa. Terminado o passeio, seguimos para Zadar, cidade da Croácia, na costa leste do Mar Adriático, onde chegamos às 4 da tarde, para um passeio a pé com guia local, visitamos a Igreja de São Donato, a Catedral de Santa Anastácia, terminando a visita na Praça dos Poços. Segundo Alfred Hitchock é o lugar de um dos mais lindos por do sol no mundo. Ficamos hospedados no Hotel Kolovare, muito bom, jantamos no próprio hotel e pudemos saborear vários pratos regionais.
Park Konjak na Croácia

9 dia - No dia seguinte, fomos conhecer Sibenik, passeamos pelo centro histórico e pelas ruelas cheias de restaurantes e lojinhas. Seguimos para Trogir, cidade histórica e porto da Croácia, na costa oriental do mar Adriático, considerada Patrimônio da Humanidade, com visita a Catedral de Santiago, almoçamos na Pizzeria Cristian, lazanha e nhoque e tomamos cerveja Lasko.
Cidade medieval em Dubrovnik na Croácia
Seguimos para Dubrovnik, ficamos hospedados no Grand Hotel Park, 4 estrelas excelente, café da manhã excepcional, varanda com vista para o mar e uma imensa banheira com hidro, bom para recuperar após as extensas caminhadas pela cidade. Saímos para jantar perto do hotel, fomos ao Promenade, pagamos a torre de chopp 99 kunas (equivale a 12 euros) e para nossa surpresa só serviam bebidas e não tinham sequer um tira gosto.
10 dia - Pela manhã, fomos conhecer Dubrovnik, com um guia local, cidade medieval de início do século XIV, onde foram filmadas cenas do seriado Game of Thrones (espetacular). Segundo relatos, a cidade expandiu-se consideravelmente a partir do séc. IX, fazendo parte do Império Bizantino; por volta do séc. XII já representava uma ameaça a Veneza e à sua república. Por esse motivo, Dubrovnik foi atacada pelos venezianos e de 1205 a 1538 esteve sob o domínio destes. A zona considerada hoje a Cidade Velha foi concluída no séc. XIII e continua imutável até hoje. É rodeada por altas muralhas e baluartes e existem apenas duas entradas para o Stradun, a esplanada da cidade.
Vista da Muralha em Dubrovnik
Conhecemos o Mosteiro franciscano com a Farmácia,  o Mosteiro Dominico, Palácio do Reitor e a Catedral.  Fizemos ainda, um passeio de barco, pelo qual pagamos 10 euros, para ver a Fortaleza do lado de fora . Apesar de render boas fotos, não valeu muito a pena. Resolvemos, então, subir no teleférico para fotografar a cidade. Passeio caro, 108 kunas ou 15 euros. Se não estiver muito cansado pode comprar só a subida e descer a pé, fotografando. Almoçamos na pizzaria Castro, pizza 70 kunas (10 euros) e chopp 35 kunas (4 euros).
Ilha Korkula


11 dia - Saímos de Dubrovnik bem cedo para conhecer a Ilha de Korkula, onde especula-se nasceu Marco Polo (1254-1324), o viajante que chegou a Mongólia e a China. É uma típica vila medieval dalmácia, com torres de defesa vermelhas e casas coloridas. Um dos monumentos visitados foi a Catedral de São Marcos, construída pelos maçons originários, que demorou  150 anos para ser terminada e  alberga duas pinturas de Tintoretto. Para se chegar a Ilha, seguimos de ônibus até Orbic e tomamos um ferry, seguindo depois um passeio a pé com guia local, passando pelos principais pontos turísticos, tempo livre para almoço na Pizzaria Marco Polo. Retorno a Orbic e seguimos para Split, a segunda maior cidade do país, depois da capital Zagreb. Há muitos e muitos anos, ali existia um pequeno povoado sem grande importância até a chegada do imperador romano Diocleciano. Então, ele resolveu construir seu palácio, entre os anos 293 e 305 d.C., exatamente onde ainda hoje vive um centro antigo animado, muito bem preservado e cheio de charme.
Castelo de Diocleciano em Split na Croácia
Chegamos em Split à noitinha, no Hotel President. Após jantar saboreando truta assada e a cerveja Ojusko, fomos fazer um passeio pela área peatonal até o mar, bastante movimentado.
12 dia - Pela manhã, fizemos um tour com guia local pelos sítios históricos, Palácio de Diocleciano, Templo de Júpiter e Catedral. Almoçamos na Pizzeria Bakra (pizza individual serve duas pessoas). À noite, jantamos no hotel e cedo seguimos para Ljubliana na Eslovênia
Castelo de Ljubljana na Eslovênia





13 dia - Chegamos em Ljubljana, capital da Eslovênia às 14 hs, ficamos hospedados no Hotel Áustria Trend almoçamos no próprio hotel e fomos a um tour guiado, a pé, pelo centro histórico e visita a Catedral e a Ponte dos Dragões e um conjunto de edifícios modernistas realizados por José Plecnik. Muito bonito, tínhamos expectativa de conhecer o castelo, mas o tempo chuvoso não permitiu. À noite, ainda com chuva, compramos o vinho Quercus Cabernet Sauvignon e uma tábua de queijos e presunto e fomos desfrutar no hotel mesmo.
14 - De Ljubljana, seguimos para Veneza e fomos ao Hotel Holiday Inn Marguera, na minha opinião o pior de toda a viagem. Longe do ponto de ônibus para Veneza, sem opção de restaurantes por perto e café da manhã bem fraco. Mas em compensação, encontramos uma cantina a alguns quarteirões com comida boa e preços razoáveis. Tarde livre, pegamos o ônibus que fica a uma meia hora do hotel e fomos curtir Veneza.

Canais de Veneza Itália
15 - No dia seguinte, como parte do roteiro fomos de barco para a Ilha de Murano para apresentação de trabalhos em vidro soprado, considerado uma arte cultivada a milhares de anos. Continuamos de barco até Veneza e novamente, tarde livre, para passearmos pelas estreitas ruas e almoçar em uma bela cantina, escolhemos a Trattoria e Pizzeria Da Momo. Dia de despedida da turma da excursão.
16 - O traslado nos levou ao aeroporto e assim terminou nossa aventura na Europa.

 
Na verdade, o nosso passeio continuou, nós e um casal de amigos, pegamos um voo para Lisboa, já por nossa conta para uma estada de 3 dias.
Torre de Belém em Lisboa
Já em Lisboa, longe dos amigos da excursão e sem preocupação com horários, a nossa ideia era só passear sem pressa e comer bastante bacalhau. Ficamos hospedados no excelente hotel Vip Grand Lisboa, 5 estrelas, mas sem café. Em frente do hotel, uma uma padaria resolveu esse problema, pois serviam um delicioso café da manhã por apenas 2,50 euros por pessoa, com direito a café, suco de laranja e um sanduíche quente a escolher.  Durante o dia pegamos um city tour por 17 euros para 48 horas, para passear tranquilo. Almoçamos no Restaurante Portugália, ao lado do Padrão do Descobrimento e a  noite fomos jantar na Marisqueira Roma, ao lado do hotel de mesmo nome e saboreamos um delicioso bacalhau a lagareiro.
17 dia - Novamente no city tour, fomos comprar uns pasteis de Belém para levar para o Brasil, seguimos para o Parque das Nações e resolvemos conhecer o Shopping Colombo, na estação do metrô Colégio Militar, bom para pequenas compras. A loja Primark tem bons preços.
18 dia - Retorno ao Brasil.         

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