quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

DICAS PARA ALUGUEL DE CARRO NOS EUA

Compartilho com meus leitores o vídeo divulgado no YouTube pelo meu filho, Sérgio Peres, com algumas dicas que podem ser úteis na hora de alugar e dirigir carros nos EUA. Espero que gostem:

http://youtu.be/pYXZywba6y0

sábado, 21 de fevereiro de 2015

DICAS PARA UMA VIAGEM TRANQUILA

Castelo da Cinderela no Magic Kingdom
A partir de nossas experiências resolvemos listar algumas dicas que podem ser úteis na hora de planejar as viagens. Alguns problemas podem arruinar completamente um passeio ou uma viagem; alguns, é claro, são difíceis de serem previstos, mas, a maioria podem ser detectados com antecedência. Citamos a seguir, o que consideramos os maiores pecados dos viajantes: viajar para um destino na época errada (frio, chuvas, furacões), viajar para um destino sem ter ideia do que vai fazer, levar coisas demais nas malas ou roupas e sapatos inadequados, deixar de curtir e conhecer o destino e se dedicar apenas as compras, tentar conhecer muitos lugares ao mesmo tempo. Para evitar esses e outros pecados, o principal é planejar, planejar e planejar. 

O planejamento da viagem deve incluir a consulta a sites e fóruns especializados. Foi-se o tempo em que era necessário comprar guias de cada país ou cidade que iria conhecer. Há blogs com excelentes dicas de viagem. No meu caso, gosto demais das dicas do Ricardo Freire, no Viajenaviagem, adoro pesquisar o site Viagenseimagens do casal Douglas e Regina, que possui excelentes informacões sobre diversos destinos, além, é claro, do Tripadvisor.


Passagens aéreas: O ideal para as passagens nacionais é adquiri-las com 2 meses de antecedência e as internacionais de 3 a 4 meses antes. Mas isto não é uma regra, o ideal é ficar acompanhando e ter alguma flexibilidade, como viajar na terça, quarta e quinta, que costumam ter preços melhores. Consulto sempre o blog Melhores Destinos, para verificar as promoções. Outra dica é controlar a ansiedade de comprar logo as passagens, pois a compra com muita antecedência pode sair mais cara do que a compra no mês da viagem.
Vista de Hotel em Florianópolis
Hotéis: Outra dica importante é jamais reservar o hotel antes de comprar as passagens, a não ser que seja possível desmarcar sem multas. E para viajar para o exterior, nunca compre as passagens sem ter feito o passaporte e tirado o visto (EUA e Canadá).
Para reservar hotéis podem ser consultados os sites Trivago, Skyscanner, Booking e Hotéis.com, que possuem uma avaliação de quase todos os hotéis. Importante: no Hotéis.com, se você reservar 10 diárias ganha uma grátis, considerando a média das suas reservas. 

Lindo nascer do sol em Natal
Clima: Em relação ao clima o ideal é ir acompanhando a previsão do tempo para ver como vai estar quando você estiver por lá. Bons sites: Climatempo e Weather Channel. Essa informação é importante para decidir o tipo de roupas e calçados que você irá levar. E ainda para planejar os passeios e os tours em dias mais ensolarados.    

Check list de documentos:
Pra viajar é preciso ter um documento com foto (carteira de identidade ou motorista) para viagens nacionais, carteira de identidade com menos de 10 anos de emissão para viagens na América do Sul (não são aceitas carteiras de motoristas e carteiras profissionais) e passaporte válido para viagens para o exterior.
Menores de 18 anos só podem viajar sem a companhia de um dos pais, se for apresentada uma autorização do pai ou pais ausentes (veja no site da Polícia Federal no Manual de Viagem de Menores)
Resultado de imagem para imagem de passaporteNa hora de passar na imigração de outros países, é importante ter em mãos a passagem de ida e volta, reserva de hotéis, vouchers de serviços contratados como aluguel de carros ou passeios. Se for fazer cursos ou participar de seminários, não se esqueça da carta de inscrição ou convites de participação em feiras e congressos. Leve também o comprovante de seguro de saúde internacional, e se for o caso, a carteira de vacinação (consulte o site da Anvisa). Se for levar cartão de crédito internacional, não se esqueça de fazer a liberação para uso no exterior.
Para informar sobre a necessidade de vistos consulte o Portal da Polícia Federal ou o portal de embaixadas e consulados dos países que irá visitar.

Bagagem:
O primeiro ponto a esclarecer é que as companhias aéreas são obrigadas por lei a oferecerem as franquias de bagagem. Então todo voo internacional que saia do Brasil garante ao passageiro levar até duas malas de 32 kg cada, exceto para países da América do Sul, que permitem apenas uma mala de até 20 kg.
Para viagens nacionais, geralmente, apenas uma mala com peso máximo de 23 quilos e bagagem de franquia, mais uma de mão com no máximo 5 quilos. Caso o peso ultrapasse esses limites haverá cobrança de excesso de peso.
Para viagens internacionais, com saída de aeroportos brasileiros: os líquidos, incluindo gel, pasta, creme devem ser acomodados em frascos de 100 ml e dentro de um saco plástico transparente medindo 20x20cm.
Dicas importantes para facilitar sua vida no aeroporto:
  1. Identifique sua bagagem para facilitar sua visualização na esteira da sala de desembarque. Adesivos, plásticos e etiquetas ajudam;
  2. Nunca transporte bagagem que não seja de sua propriedade ou cujo conteúdo desconheça;
  3. Evite despachar bagagens com objetos de valor, como: joias, dinheiro e eletrônicos (celulares, notebooks, filmadoras, etc). Se houver necessidade de despachar, declare o valor dos bens transportados ainda no check-in. Para isso, peça o formulário à empresa aérea, que se responsabilizará pelos bens declarados mediante taxa a ser cobrada no ato de confirmação dos bens. Consulte os valores com a companhia aérea.
Nécessaire de avião:
O kit de sobrevivência no avião deve incluir itens de higiene, escova e creme dental, fio dental, lencinhos umedecidos, produtos de maquiagem e hidratante, protetor solar, analgésicos e outros.
Para prevenir no caso de haver algum extravio de mala no destino, recomenda-se levar uma troca de roupa na mala de mão.

Os remédios:
No caso de ser portador de doença crônica que exija medicamento especial, o ideal é ter a receita médica traduzida para o idioma do país em questão ou em inglês, e que os mesmos sejam mantidos nas caixas originais.
Para alguns destinos é importante levar alguns remédios mais simples, band aid, cotonete, repelente, antialérgicos e antiácidos.  
PS: Algumas informações aqui citadas foram baseadas em reportagens do Correio Brasiliense
   

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

TOMBSTONE: SEGUINDO OS PASSOS DOS COWBOYS


Estrada para Monument Valley
Quase todas as nossas viagens se originam de um sonho. Alguns desses sonhos, nós conseguimos tornar realidade e outros ficam só no mundo imaginário. Neste ano, conseguimos realizar um antigo desejo do meu marido: conhecer a terra dos cowboys americanos, aqueles cenários dos filmes de velho oeste e dos famosos filmes de John Wayne. Durante uma pescaria na Serra da Mesa em Goiás, descobrimos que outras pessoas tinham o mesmo objetivo e passamos horas conversando sobre os lugares onde deveríamos visitar. Elegemos por unanimidade como nosso primeiro destino, a cidade de Tombstone, famosa pelo duelo no Ok Corral, seguido de Monument Valey, local conhecido como cenário de mais de 100 filmes de velho oeste. Incluímos, ainda, Phoenix e Tucson, até por que já estavam no caminho.     
Vista do Hotel em Palms Springs.
Hospedagem: Fizemos todas as reservas dos hotéis por meio dos sites Hotéis.com e Booking.com. Nos Estados Unidos, por vezes, temos utilizado os livros de descontos de hotéis encontrados nas Rest Areas (locais de paradas nas estradas, que possuem estrututa de banheiros, pequenos lanches, água e em alguns casos, serviço de informações turísticas). 
Transportes: Por meio do nosso agente de viagem Paulo da AeT Turismo, na Galeria do Hotel Nacional, reservamos um carro, tipo Van em Las Vegas, pela empresa Dollar, essa empresa possui um preço razoável, mas, por vezes, os carros são um pouco mais usados do que os das outras locadoras.
Clima: Como sempre ocorre, pesquisamos, antes de embarcarmos, os sites Weather.com e Climatempo, para verificarmos a previsão para o período. Viajamos no final de outubro e voltamos no final de novembro. De um modo geral, a temperatura estava agradável, com exceção de algumas cidades: Flagstaff, perto do Grand Canyon, é sempre muito fria e em Kayenta, no Monument Valley, pegamos um pouco de chuva, o que não chegou a atrapalhar. Cuidado com a programação de viagem depois desse período pois pode começar a nevar ou leve mais roupas para suportar o frio. 
Cuidados necessários: O primeiro passo para a viagem é um planejamento cuidadoso do roteiro, das paradas, dos passeios, dos hotéis e dos restaurantes. Não podem ser esquecidos, o seguro saúde para todos do grupo e o seguro do automóvel, incluindo assistência 24 horas para problemas mecânicos ou técnicos durante toda a viagem. Imprevistos podem acontecer.

A seguir o nosso roteiro de viagem:

1 Dia - Las Vegas/NV - Chegamos em Las Vegas por volta da meia noite, passamos pela imigração, pegamos o carro alugado e seguimos para o hotel. Tínhamos resolvido eleger Las Vegas como  ponto de partida da nossa viagem, porque planejamos ficar mais uns dias por lá, passeando, assistindo shows e claro, comprando. (Em breve, irei atualizar o post sobre Las Vegas, incluindo novas dicas para aproveitar bem o que a cidade tem a oferecer). Como já conhecíamos o Gold Coast Hotel And Casino, resolvemos passar a noite lá. O hotel é excelente, os quartos são espaçosos, o casino é bem movimentado, mas o melhor é o valor das refeições (o buffet do café da manhã sai por volta de US$6, o almoço US$10 e o jantar US$12). Às sextas feiras, sempre jantamos por lá, pois há um buffet de frutos do mar ao preço de US$19, não deixe de experimentar. Recomenda-se deixar 1 dólar por pessoa como gorjeta, os garçons agradecem.
Mount Jacinto State Park
2 Dia - Las Vegas/Palm Springs/CA - 233 milhas ou 4 hs  - Após o excelente café da manhã no Hotel Gold Coast, saímos cedo para Palm Springs, cidade localizada bem no meio do deserto do Mojave. Apesar de não fazer parte do roteiro cowboy, decidimos retornar àquela cidade, porque havíamos tido uma excelente impressão da primeira vez que ali estivemos. Na ida para Palm Springs, paramos em Primm, no Fashion Outlet Las Vegas, cerca de 70 km ou 40 minutos de Las Vegas. O outlet é pequeno, mas muito bom para comprar relógios Fóssil, produtos da Puma, da VF e da Aeropostale. O horário de funcionamento do outlet é das 10 às 20 horas e, é possível se hospedar em um casino ao lado do mesmo, com preço bastante razoável. A viagem de Las Vegas a Palm Springs é bem interessante, as paisagens no meio do deserto são lindas, deve ser feita com tempo para curtir todo esse visual. Seguimos direto para o nosso hotel Musicland Hotel, e fomos relembrar a famosa pitcher de chopp geladinha do Pizza Hut, que havíamos experimentado na viagem anterior, mas infelizmente, só haviam cervejas long neck, mas as famosas asinhas apimentadas (Buffalo Wings) continuam as mesmas. Ficamos um pouco decepcionados, mas valeu a pena.  

PALMS SPRINGS - cidade localizada no estado da Califórnia, famosa por ter 354 dias de sol por ano,  tem um clima desértico, com altíssimas temperaturas durante o verão, mas no inverno, torna-se estância climática, com dias ensolarados e amenos. Nesta época atrai grandes números turistas que se hospedam nos seus muitos hotéis de luxo. Suas ruas, rodeadas de palmeiras, estão repletas de galerias de artes, museus e lojas, e muitos restaurantes e lanchonetes.

Palm Springs Aerial Tramway
3 Dia - Palm Springs/CA - Ficamos mais um dia por aqui para podermos conhecer um pouco mais a cidade. O primeiro passeio foi conhecer o Palm Springs Aerial Tramway  (US$23,90 das 8 as 18 hs), um teleférico que nos conduz a um centro turístico no meio do Mount Jacinto State Park, a vista é deslumbrante e existem trilhas para caminhadas para todos os gostos. Adoramos. Depois, decidimos almoçar no Blue Coyote Grill, por indicação do Tripadvisor, comida mexicana com um toque americano, apenas razoável. À tarde, seguimos para uma visita ao Palm Springs Air Museum (US$5 das 10 às 17 hs), que possui um acervo muito bom para os apaixonados por aviões. À noite, jantamos no Palm Canyon Roadhouse, com direito a música ao vivo. 
General Patton Memorial Museum
4 Dia - Palm Springs/Museu Patton/ Tucson - 384 milhas ou 5 hs e 50 min. Saímos de Palm Springs e fomos tomar o café da manhã no Chiriaco Summit Coffe Shop, já conhecido da viagem anterior, ao lado do General Patton Memorial Museum (US$5, aberto de 9:30 às 16:30 hs), interessante para pessoas que querem conhecer um pouco mais sobre esse herói americano. Após o café, pausa para visitar o Museu. Seguimos para a cidade de Tucson.    
5 Dia - Tucson/AR - Chegamos já no fim do dia, ficamos hospedados no University Inn, bom custo benefício, mas um hotel apenas regular. Seguimos para o jantar no Texas Roadhouse, excelente restaurante, após irmos na Apple, comprar o Iphone 6,  importante, sem enfrentar filas.
TUCSON - é a segunda cidade mais populosa do estado americano do Arizona, está localizada no meio de uma zona de vestígios indígenas de cerca de 10 mil anos, e distingue-se por ser a região habitada mais antiga do hemisfério norte. Tucson conta com atrações para toda a família, em Old Tucson, o espírito do velho oeste continua vivo, há duelos, apresentação de filmes históricos, shows musicais e retaurantes. Para conhecer a vida no deserto e sua fauna, existe o Desert Museum e ainda, há casinos para tentar a sorte.

Encenação de duelos em Tombstone
6 Dia - Tucson /Tombstone/AR – 70 milhas ou 1 h e 15 min - Deixamos Tucson para trás e seguimos rumo a Tombstone, a expectativa era grande, visto que iríamos encontrar os cenários de um dos mais lendários duelos registrados em livros e filmes. A viagem é tranquila e passamos por Benson, uma cidade famosa por suas cavernas. Chegamos em Tombstone um pouco antes do horário do almoço e seguimos direto para o Teatro OK Corral, para assistirmos a representação do duelo (US$10, de 10 as 16 hs). Após o duelo, os atores tiram fotos com os turistas, tudo muito interessante. Aproveitamos para almoçar num autêntico sallon, o Cristal Palace, o atendimento é feito por garçonetes fantasiados de dançarinas de cancan. Ficamos hospedados no lindo hotel  Landmark Lookout Lodge, cuja vista é espetacular, o café da manhã muito bom. À noite, uma grata surpresa, fomos jantar no Katie Big Nose Sallon, e tivemos uma noite muito agradável, com direito a um divertido karaokê.
Carruagem na Allen Street emTombstone
7 Dia - Tombstone/Tucson/AR 70 milhas ou 1 h e 15 min. Antes de prosseguirmos viagem, fomos mais uma vez visitar o cento histórico de Tombstone, visitamos a Court House, a entrada da antiga mina (a cidade era uma próspera mina de prata, mas o solo ficou todo contaminado e a cidade entrou em decadência, sendo recuperada apenas para turismo), aproveitamos para passear pela Allen Street e tirar mais algumas fotos e seguimos de volta para Tucson. Dessa vez, reservamos o Hotel Howard Jonhson e fomos jantar novamente no Roadhouse, um dos nossos restaurantes preferidos nos Estados Unidos, boa comida e cervejinha gelada. No dia seguinte seguimos para Flagstaff.
Entrada da mina de prata em Tombstone
TOMBSTONE -  cidade histórica de western americano localizada no Arizona. Nos anos de 1870 a 1890 foi próspera devido a larga produção nas minas de prata, mas ultimamente, é apenas voltada para o turismo. Em uma caminhada pela Allen Street é possível ver os prédios preservados desde o final dos anos 1800, é como entrar na história. Os duelos nos faz lembrar dos filmes sobre o Velho Oeste americano. Além disso, os moradores se apresentam caracterizados e as lojas repletas de lembrancinhas de cowboys. 

8 Dia - Tucson/Flagstaff -  260 milhas ou 3 horas e 45 minutos. Tínhamos visto no canal do tempo que em Flagstaff, a temperatura ia ficar próximo a zero a noite, com possibilidades de nevar, tentamos, então, dormir em Sedona, no entanto, o elevado preço dos hotéis nos fez desistir e seguimos, assim mesmo, para Flagstaff, já tirando as roupas de frio das malas. Conseguimos reservar o Hotel Quality Inn com boa localização e excelente café da manhã. O Outback e o Walmart bem próximos ao hotel foram decisivos para nossa escolha. Realmente, as previsões se confirmaram e estava muito frio, saímos a noite, apenas para jantar no Outback e retornamos rapidamente para o hotel.

9 Dia - Flagstaff/Monument Valley/UT – 172 milhas ou 2 hs e 51min - Esse destino foi incluído no nosso roteiro por sugestão de um amigo apaixonado por faroestes, o Rafael, que nos relatou que em Monument Valley haviam sido gravados quase todos os filmes de John Wayne. Então, fomos conferir, afinal de contas estávamos no encalço dos cenários dos cowboys. Antes de seguirmos para o nosso hotel, fomos conhecer um antigo sítio indígena escavado nas pedras, a trilha de cerca de 1 km é muito bonita, mas começou a nevar, então tiramos algumas fotos e voltamos rapidamente para o carro. Seguimos, então para o nosso Hotel Hetherill Inn, opção de hospedagem mais barata em Kayenta, visto que as diárias do The View Hotel, situado dentro do parque, são bem mais elevadas. Fomos jantar no WagonWhell Restaurant, situado no Hotel Kayenta Monument Valley Inn, razoável, mas as opções de refeições na cidade são poucas. Na manhã seguinte, finalmente, tivemos a oportunidade de conhecer um dos lugares mais lindos que já tivemos a oportunidade de conhecer, o Monument Valley Navajo Tribal Park (ingresso US$5, horário 9 às 17 hs). Passeio imperdível, há possibilidade de fazer um tour em carros 4x4 (US$60 por pessoa), mas preferimos seguir no nosso próprio carro. A trilha  com cerca de 15 milhas, percorre todo o parque, em mais ou menos 2 ou 3 horas, dependendo das paradas para fotografias. Clique para ver o mapa.
Monument Valley

MONUMENT VALLEY -  Forças naturais, vento e água esculpiram a superfície de um platô, revelando uma maravilha de beleza natural incomparável a nenhuma outra no planeta. Por meio de um centro turístico é possível a contratação de um tour operado por índios Navajo, utilizando jeeps, com narração sobre a história das formações rochosas. Nos meses de verão funciona o Haskenneini Restaurant, especializado em comida indígena e americana. Há ainda, no local vendas de produtos, jóias e comidas confeccionadas pelos indígenas.
Monument Valley
10 Dia - Monument Valley/Laughlin/NV– 322 milhas ou 5 hs e 22 min - Laughlin é uma cidade pequena ao lado do Rio Colorado e que possui vários casinos, não tão suntuosos como os de Las Vegas, mas é uma boa opção para passar a noite visto que os preços são bem razoávies. Escolhemos o Tropicana Express Hotel Casino, bom hotel, com bons restaurantes e lanchonetes. Fomos ao Outlet próximo ao hotel e voltamos para jantar no buffet do próprio hotel casino, cerca de US$10 por pessoa, com direito a bebidas e sobremesas. 
Hotel Tropicana Casino em Laughlin

LAUGLHIN -  Pequena cidade de cassinos às margens do Rio Colorado que oferece um gostinho de Las Vegas sem a extravagância, o tráfego e os preços altos. Laughlin possui não apenas o Rio Colorado para passear de barco, nadar, pescar, praticar esqui aquático e outros esportes, mas também o belo Lago Mohave. Para provar o sabor do Velho Oeste, vá até Oatman, cidade próxima de apenas um século, onde poderá assistir duelos e beber cerveja em um saloon como nos velhos tempos. Aventure-se, também, pelo Grapevine Canyon com suas famosas pinturas indígenas, algumas de 800 anos, entalhadas nos rochedos. Mas a principal atração é mesmo os casinos, com seus shows, restaurantes e muita diversão.
11 Dia 04/11 - Laughlin/ Las Vegas/NV – 120 milhas ou 2 hs - Finalmente, chegamos a Las Vegas, ficamos hospedados no Hotel Excalibur, na Las Vegas Boulevard. Apesar de conhecer bastante Las Vegas, desta vez, viemos participar, pela primeira vez da SEMA Show - o maior evento do mundo especializado em produtos automotivos. 
12/13/14/Dia – Las Vegas (SEMA) Aguarde um novo post em breve.
Lodge e Restaurante em Mount Charleston
15 Dia Mount Charleston - Reservamos o Resort on Mount Charleston para comemorar o meu aniversário. O Hotel fica no alto da Toiyabe National Forest, com vistas deslumbrantes para a montanha, cerca de 5 milhas do centro de Mount Charleston. No restaurante local pedimos um vinho para espantar o frio e brindar pelo meu aniversário. Adorei. 

Park em Mount Charleston


MOUNT CHARLESTON - A apenas 1 hora de Las Vegas está Mount Charleston e sua estação de ski, a cidade e redondezas são cercados de montanhas e as vistas são muito bonitas. The Spring Mountains Recreation Area, comumente chamada de Mount Charleston, oferece oportunidades de diversão o ano todo. Há opçoes de trilhas, área de ski, áreas de pic-nic, lanchonetes charmosas e muitos locais para tirar fotos.


Entrada do Hotel Casino Monte Carlo


16/17/18/19Las Vegas – No dia seguinte, retornamos a Las Vegas e para esse período, reservamos o Hotel Casino Monte Carlo, hotel situado bem na Las Vegas Boulevard, com acesso fácil a muitos outros casinos e ao comércio. Gostamos muito. Aguarde um novo post, em breve, com muitas dicas sobre Las Vegas. 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

AVENTURA NA COSTA LESTE CANADENSE


Já tínhamos planejado visitar o Canadá, no ano passado, mas os vistos demoraram mais do que o previsto, e tivemos que adiar esse sonho. Não desistimos e neste ano, já com os vistos em mãos, passamos a planejar cuidadosamente nossa viagem. Pretendíamos conhecer as quatro grandes cidades do leste canadense (Toronto, Montreal, Québec e Ottawa), deixando o lado oeste para outra oportunidade. Aproveitamos que iríamos, em julho, para a Feira de Aviação em Oshkosh e resolvemos esticar até o Canadá.  
Dica: O visto para o Canadá pode ser conseguido em Brasília mesmo, nos Centros de Requerimento de Vistos, um deles situado no Edifício Brasília Shopping and Tower, no Setor Comercial Norte. Para tanto, é necessário preencher vários formulários no site, levar comprovantes de renda e do pagamento da taxa (cerca de 100 dólares canadenses), fotos e passaporte válido. Esses procedimentos levam por volta de dois meses.
Hospedagem em Mont-Tremblant
Hospedagem: Fizemos todas as reservas de hotéis por meio dos sites Hotéis.com e Booking.com. Vale lembrar que os preços dos hotéis no Canadá são um pouco mais elevados do que nos Estados Unidos, mas pesquisando bem é possível encontrar bons hotéis com bom custo benefício. Ficar hospedado no centros das cidades é o ideal, mas o alto custo dos estacionamentos nos fez preferir por hotéis mais afastados, com estacionamento e internet grátis e café da manhã incluso. Nas cidades que possuem metrô, como Toronto e Montreal, uma dica é procurar hotéis localizados perto de uma estação, o que facilita o deslocamento.  
Transportes: Por meio do nosso agente de viagem Paulo da AeT Turismo, na Galeria do Hotel Nacional, reservamos um carro, tipo Van em Chicago, pela empresa Alamo e outro em Toronto pela Avis, pois íamos percorrer por volta de 1.500 quilômetros. Infelizmente, tivemos alguns contratempos na Avis, uma atendente novata exigiu a apresentação do voucher na entrega e no retorno do veículo,  o que não é o procedimento padrão.Tivemos, então, que providenciar uma cópia do voucher, o que provocou muito stress, porque tínhamos que pegar o vôo para o Brasil. Vale uma dica: procure chegar ao aeroporto, 3 horas ou mais horas antes do horário do seu vôo, por que se algum contratempo acontecer, não se corra o risco de se perder o avião.  
Clima: De acordo com alguns blogs de viagens, os meses de julho a outubro são bons para visitar o Canadá, sendo que julho é o mês mais quente e no mês de novembro já começa o inverno. 

Cuidados necessários: O primeiro cuidado é com o visto canadense, que demora em média dois meses. A escolha da época para visitar o Canadá interfere diretamente na escolha das roupas adequadas para a viagem. Indispensável, muita disposição para caminhar e curtir as lindas paisagens e atrações. O seguro de viagem (providenciado por nosso agente de viagens) garante a tranquilidade no caso de algum problema de saúde. Não há relatos de problemas com segurança nas cidades, mas é sempre bom estar atento.  

Abaixo descrevemos o roteiro da nossa viagem e nossas aventuras: 

1dia - Chegamos a CHICAGO às 24 hs. Reservamos o Hotel Super 8 O`hare, bem perto do aeroporto, pois cedo iríamos pegar o carro e seguir viagem. Após os desembaraços de mala e migração, comunicamos por telefone ao hotel da nossa chegada, que em poucos minutos, providenciou o nosso traslado (grátis) ao hotel. Hotel possui um excelente café da manhã, além de internet grátis. 
Feira de Aviação de Oshkosh
2 dia - Após o café da manhã, fomos ao aeroporto pegar o carro, e seguimos rumo a Oshkosh, que fica acerca de 142 milhas, aproximadamente 2 horas. Reservamos o Hotel Country Heart Inn, em Lomira, para o período da Feira de Aviação, que fica cerca de 30 milhas. O custo benefício desse hotel, a meu ver, é excelente, para quem vai à Feira, a localização, o preço e atendimento são excelentes. Em frente ao hotel, localiza-se o Bublitz Restaurant and Lounge com self service bom e barato, choppinho bem gelado para terminar a noite.   
3/4/5 dia - Reservamos esses 3 dias para visitar a Feira de Aviação de OSHKOSH,, no Wisconsin, considerada uma das maiores do segmento no mundo. No último dia de Feira, as mulheres se dedicaram ao que mais gostam, compras, pois há um outlet estrategicamente localizado defronte ao aeroporto de Oshkosh, um paraíso.
Parque Millenium em Chicago
6/7/8 dia - Retornamos a Chicago e, nos hospedamos no Hotel Clarion Inn Elmhurst em Oakbrook, hotel confortável, mas um pouco distante da nossa área de interesse. Reservamos esse período para algumas compras. O subúrbio de Chicago oferece excelentes shoppings como o Woodfield Mall, em Schaumburg, o maior de Illinois, que tem como âncoras a Nordstrom, Sears e JC Penney. O Oakbrook Center é um shopping outdoor, com mais de 100 lojas. O Chicago Premium Outlet  e o Gurnee Mills Outlet Mall (considerado o maior dos Estados Unidos) ficam no norte de Chicago, perto do Six Flags. No último dia em Chicago, resolvemos tomar café do manhã no Egg Harbor Café, uma rede de lanchonetes indicado no Tripadvisor, muito bom.
CN Tower Toronto
09 dia - Após a devolução do carro, pegamos o avião para Toronto. Nessa etapa, tivemos alguns contratempos: esse trecho estava a cargo da Air Canadá,  e como ficamos uma semana em Chicago, o vôo não foi considerado round trip, e o peso das malas deveria ser de 23 kg e não de 32 kg, então, tivemos que desembolsar 70 dólares pelo excesso, apesar de nossas considerações. Questionamos também sobre nossos assentos no avião, que estavam em branco, e fomos informados que só seriam marcados no balcão interno na hora do embarque. Tivemos que aguardar o avião por cerca de 2 horas e após o embarque de todos os passageiros, fomos chamados e alocados nos assentos restantes. Situação estressante e constrangedora. Mas, felizmente, conseguimos embarcar todos no mesmo vôo e chegamos a Toronto por volta das 20 horas, nos hospedamos no Hotel Best Western Airport Toronto, interessante hotel, com estacionamento, café da manhã muito bom, mas um pouco afastado do centro.
Passeio das Mil Ilhas em Kingston

10 dia - Seguimos pela manhã, rumo a KINGSTON, cerca de 252 km de Toronto ou 3 horas, para fazermos o cruzeiro por Thousand Islands, conjunto de centenas de ilhas na divisa dos Estados Unidos, onde ficam castelos, mansões e construções. O ingresso custou 15 dólares canadenses. O passeio durou cerca de 2 horas, suficiente para algumas fotos, mas nada de excepcional. À tarde, seguimos rumo a MONTREAL, cerca de 290 km ou 3 horas, ficamos hospedados no Hotel La Residence du Voyageur, hotel simples, um pouco descuidado, localizado no coração de Montreal, mas próximo à estação de metrô Sherbrooke, que nos conecta rapidamente as diversas atrações. Apesar de haver no site informação de garagem e café da manhã grátis, o estacionamento era na rua lateral e o café da manhã pago à  parte.  Os charmosos cafés do Quartier Latin na Denis Street, os mais finos restaurantes na Prince Arthur e Duluth Streets, e o belo La Fontaine Park estão a apenas alguns passos de distância.  Almoçamos no Quartier Chinese, no Restaurant Basilic, um menu turístico por 10 doláres canadenes, excelente indicação do Tripadvisor.



Bhiosfera no Parque Jean Drapeau em Montreal
11 dia - Pela manhã city tour (47 dólares canadenses para 48 horas), visitando a Basílica de Notre Dame (localizada em frente a uma praça, com diversas lojinhas de souvenir, o ingresso custa $5 dólares canadenses por adulto), a Plaza de Armas, a Plaza Cartier (local repleto de bares e restaurantes para todos os gostos), o Puerto Viejo, o Oratório de San Jose e o Mont Royal para apreciar a bela vista. Visitamos a Ilha de Notre Dame, e descobrimos o Circuito Gilles Villeneuve, onde se realizam as corridas de Fórmula 1. Esse circuito encontra-se no Parque Jean Drapeau, estação Longueil, pode-se andar de bicicleta, patinar ou simplesmente caminhar pela pista de corrida. Para os amantes de Fórmula 01, vale a pena uma visita. Conhecemos ainda, a Bhiosfera, uma estutura de arame em formato de bola, que mostra a importância das questões ambientais no mundo. Seguimos para conhecer o Casino de Montreal e almoçamos no excelente L'Instant Deli e Pates, no próprio casino. O Casino possui transporte até a estação do metrô.
Torre do observatório do Parque Olímpico em Montreal
12 dia - No dia seguinte, visitamos o Parque Olímpico, onde se realizaram as Olímpiadas de 1976, o conjunto inclui o estádio olímpico, o planetário e o Biodome de Montreal (os visitantes podem conhecer quatro diferentes ecossistemas existentes no mundo, é uma espécie de Sea World). Pegamos o funicular para o Observatório, donde se tem uma bela vista da cidade, ao custo de 18 dólares canadenses. Aproveitamos, ainda, para visitar o Mercado Bonsecours, a velha Montreal, a Boulevard Saint-Laurent, a Cidade Subterrânea e a Rua Saint-Denis, onde aproveitamos para passear e jantar. A Av. Saint Catherine é considerada uma das mais movimentadas de Montreal, muito boa para fazer compras. Local de abrigo das lojas de grife e de alguns shoppings da cidade, inclusive o Eaton Center. 
Entrada da Citadelle em Québec
13 dia - Seguimos rumo a QUEBEC, cerca de 250 km. Iniciamos o nosso trajeto entre Montreal e Québec pela pequena estrada Caminho do Rei (Chamin du Roy), que vai margeando o Rio Saint-Laurent e passando por pequenas cidades em estilo francês. Chegamos ao Hotel Du Nord , após o chek inn, fomos conhecer o centro de Québec e jantar no restaurante giratório do Hotel Le Concord, mas estava fechado para reforma. Após andarmos um pouco a pé pela Av Grand Alle, fomos jantar no ST. Hubert, lanchonete com bons sanduíches.
14 dia - Em Québec é possível visitar toda a cidade a pé, não sendo necessário fazer city tour. Começamos pela Citadelle, as fortificações, Assembléia Nacional, Praça Royal e outros pontos interessantes, descendo a escadaria para o Chateau Frontenac e novamente para a cidade baixa. O funicular é a opção para descer ou subir para a cidade baixa. Almoçamos no Restaurant Côtes a Côtes, com direito a um choppinho bem gelado. À noite, fomos experimentar  o jantar do Les 3 Brasseurs.
Chateau Frontenac em Québec
15 dia - Pela manhã fomos conhecer as Cataratas de Montmorency, boa opção para um dia ensolarado, situada em um parque com infraestrutura para atendimento ao turista, com banheiros e lanchonete, além de área para estacionamento. Para acesso às Cataratas existe um funicular ao custo de 13 dólares canadenses ou para os mais corajosos, a opção de descer mais ou menos uns 120 degraus de uma escada de madeira. À tarde, voltamos e fomos conhecer a mercado Old Port, para um contato com produtos regionais. À noite, fomos jantar no Pub Chez Ghirad, perto do nosso hotel, e experimentamos um prato exótico, língua de porco defumada.
Parque de Mont-Tremblant
16 dia - Saímos rumo a MONT-TREMBLANT, cerca de 375 km ou 4 horas. Chegamos a tempo de fazer um belo passeio pelo parque de mesmo nome, na entrada paga-se 7 dólares canadenses por carro. O parque possui lindas paisagens, com lagos, cachoeiras dignas de cartão postal, além de áreas para pic-nic e praias. No final do dia, seguimos para o nosso Hotel Gîte la Tremblant, o mais interessante de toda a viagem. Com apenas 4 quartos, o hotel era uma residência, que foi transformada em hotel, com tratamento personalizado, fomos recepcionados pelos proprietários France e Rejean que, gentilmente, nos mostraram nossos aposentos e o restante da casa, podíamos desfrutar de uma grande sala com lareira, um deque com hidromassagem, mas infelizmente, estava chovendo.    


Vista do centro histórico de Ottawa
17 dia - No café da manhã, fomos surpreendidos com um serviço à francesa pelo próprio casal, com direito a panquecas, suco de laranja, frutas, iogurte, um mimo. Saímos rumo à estação de ski e snow board, local muito bonito com um teleférico para acesso às pistas de patinação, fomos forçados a desisitr de subir devido a chuva que insistia em cair. Seguimos, então, para OTTAWA, a 163 km, cerca de 2 horas. Antes de nos dirigirmos ao nosso hotel, fomos conhecer a Rideau Hall ou a Casa do Governador, linda residência com jardins ao redor. Fizemos uma visita guiada e vimos a troca da guarda, cerimônia simples, mas interessante. Nos deslocamos até o Hotel Residence Conference Centre, situado no Algonquin College, com boa estrutura para hóspedes, cozinha completa, segurança, estacionamento, apenas a internet deixou a desejar.  
Parliament Hill em Ottawa
18 dia - Nos deslocamos de carro até o centro de Ottawa, e seguimos para a troca da quarda no Parlamento, cerimônia muito interessante. Prosseguimos a pé, pelo Rideau Canal até o Museu de História Natural, passando pela Notre Dame Basilica e depois fomos almoçar no Byward Market. No período da tarde, retornamos ao Parlamento para uma visita guiada grátis, bastante elucidativa para nós, turistas de primeira viagem À noite, aproveitamos para relaxar na Mill Street Brewpub, por indicação de moradores locais.
Centro Administrativo em Toronto
19 dia - Seguimos  rumo a TORONTO  (403 km ou 4hs). Chegamos ao Isabella Hotel Suites, situado ao lado de estação do metrô Sherbourne, hotel muito bom, mas o estacionamento é pago à parte (15 dólares canadenses). No mesmo dia, resolvemos conhecer a famosa CN Tower, uma imensa torre, que proporciona uma vista geral da cidade, sem falar no piso de vidro e do elevador panorâmico. Apesar de ser caro (32 dólares canadenses) vale a pena pelas lindas fotos. Ao lado pode-se visitar um museu a céu aberto de locomotivas, gratuito. Jantamos no Swiss Chalet (rede de restaurante bom e preço razoável, jantar com frango, fritas e chops por cerca de $35 canadenses o casal)
20 dia - Aproveitamos para conhecer a cidade a pé, em vez de fazer um city tour, já que nossos companheiros de viagem já haviam visitado a cidade por duas vezes. Fomos ao Eaton Center, shopping situado numa das estações de metrô que dá acesso a cidade subterrânea. No final do dia, fomos degustar Buffalo Wings e tomar um chopp no Les 3 Brasseurs, muito bom.
Niagara Falls vista do Canadá

21 dia - Neste penúltimo dia, fomos conhecer a cidade de NIAGARA FALLS, lado canadense, as Cataratas nos proporcionam uma visão fantástica, são mais bonitas que do lado americano. Em Niagara on-the-Lake, paramos para conhecer uma vinícola familiar, a Reif State Winery, com direito a teste degustação. À noite, fomos conhecer a badalada Distillery, antiga destilaria que foi ocupada por lojas, galerias e bares. 
22 dia - Saída rumo ao Brasil as 9:30 hs



Niagara-on-the-lake
Dicas úteis: todos os gastos no Canadá têm acréscimo de 15% de taxa. Se você gastar mais de $625 canadenses em um único recibo, pode pedir reembolso do Imposto na SEARS do Eaton Centre (cidade Subterrânea). De um modo geral, o comércio no Canadá fecha mais cedo do que nos Estados Unidos, shoppings costumam fechar no sábado às 5 horas, supermercados no domingo (Walmart) às 6 horas. Fomos pegos de surpresa e tivemos que terminar as compras rapidamente, porque já estavam fechando.    





Obs: todas as fotos utilizadas são de autoria própria.